Publicado por: Cláudia Vaz em: Novembro 12, 2010
Olho-me ao espelho e o que é que eu vejo? Nada mais nada menos do que um ser igual a todos os outros, com corpo e alma. “Todos diferentes, todos iguais” é uma citação bem conhecida por todos nós, e como ela própria indica somos todos diferentes, tanto de corpo como de alma, mas somos todos humanos (iguais). Confuso? Não.
Olho-me ao espelho e o que é que eu vejo? Um ser com sentimentos e muitas questões. Normal? Mais que normal. Não sou diferente de ninguém nestes aspectos. Mas… onde é que eu sou diferente? Na maneira de ver e levar a vida. Sou a que estou mais correcta com este modo de viver? Não existe “o mais correcto” pois todos temos um carácter com virtudes e defeitos. Mas tudo depende da cabeça de cada um, porque o que eu penso que seja uma virtude para outros pode ser visto como um defeito. Então qual é o meu problema? Eu sou apenas aquilo que os outros vêem de mim mas não quer dizer que eu concorde em tudo…
Estarei eu bem? Para quem já me conhece sabe bem que não, só pelo simples facto de estar a falar para a minha consciência e a transmitir a «todas» as pessoas por escrita. Quero estar bem? Qual é o ser com sentimentos que não quer viver bem o que a vida lhes oferece? Eu sendo um ser, também quero estar bem. O que falta para me sentir feliz? Não vou dizer que não sei, porque sei melhor que ninguém! Preciso de “parar” a cabeça por milésimas de segundos para conseguir perceber onde está o parafuso que perdi. Nestas mesmas milésimas de segundos, já com a ajuda de alguém, coloco o parafuso no sÃtio, apertando bem as ideias para deixar tudo arrumadinho na minha cabeça. Defeito de fabrico? Penso que não… Todos nós passamos por esta fase, mas uns superam melhor que outros. O que preciso para superar? Força e força de vontade, porque ter força é diferente de ter força de vontade.
Rebobinando a cassete… Qual é a maior vontade que um ser tem na terra? É viver bem com o que a vida lhes oferece! O que é que me falta, será a força, a força de vontade ou as duas coisas? Força de vontade é o que não me falta hoje mas amanhã aparece mais uma derrota e deixo-me ir pelos mesmos pensamentos sem quê nem para quê. Existirá a força na mente? Ao longo deste texto o que me apercebi é que é a mente que nos guia para o bem ou mal. Estará a mente com força para enfrentar todas as outras mentes que me rodeiam? (…)
Novembro 12, 2010 Ã s 9:59 pm
Acaba depressa as arrumações. Tens uma vida lá fora à tua espera.